sexta-feira, 27 de julho de 2012

“A única forma de escrever isso (um hino) é sem armadura (sem tom). A luta continua... bob a superfície. O primeiro violino roga a deus. E... Deus responde. As nuvens se abrem. Mãos amorosas se estendem para baixo e se elevam aos céus. O cello fica preso à terra, mas as outras vozes se elevam suspensas. Por um instante... No qual você pode viver para sempre. A terra não existe, o tempo é eterno, o tempo é eterno. E as mãos que nos elevam acariciam nosso rosto moldam-nos à semelhança de deus... E você fica em harmonia. Em paz. Está livre afinal.”

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